A Assembleia da Tradição Primordial Lusitana encontra-se vinculada às Tradições Ancestrais Hiperbóricas, pré-celtas e Celtas, em suma, assume sua génese Espiritual  como resultante de todo o sentido trans-histórico cultural indo-europeu desde a primeira noite dos tempos.  

Acima de tudo, a Assembleia da Tradição Druídica Lusitana, assume que a  prática da Tradição Primordial deverá ser, acima de tudo, o Ofício do Amor pelos tempos, não se confundindo assim com grupos neo-druídicos cujas práticas se encontram manifestamente marcadas pela actividade mercantil, pelo proselitismo  ou meras teatralizações de uma Tradição que é uma oferta de sentido Espiritual digno para a realização do destino humano à face da Terra. Desde já, pelo seu significado, a expressão «Tradição Primordial» guarda a profunda intuição de que sempre houve diferença nos tempos, mas que importa ter sempre presente que jamais deverá existir mudança nos seus fundamentos, o Amor, a Sabedoria e a Verdade. A Tradição Primordial afirma, deste modo, a necessidade de Oficiar em tempos distintos, de forma virtuosa, o sentido e razão da constância do Amor, da Sabedoria e da Verdade  

A Assembleia da Tradição Druídica Céltica Lusitana, enquanto Comunidade de cariz Espiritual, Filosófico, Litúrgico e Ético, visa integrar esse Caminho Amoroso que é a Tradição Primordial, pelo que todas as actividades desenvolvidas no seu seio têm como objectivo o incremento do sentido de pertença à Tradição Primordial em todas as suas formas e faces.